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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Nibiru, o 12º planeta do Sistema Solar – Parte III – Evidências da Existência do Planeta X

Evidências astronômicas
A prova definitiva da veracidade acerca da tradição suméria seria o reconhecimento científico de um décimo planeta (ou 12º astro) no sistema solar, ou seja, a "descoberta" de Nibiru com tamanho, órbita e outras características descritas nos registros da Mesopotâmia.
Plutão foi descoberto em 1930 e Caronte, sua lua, em 1978. A análise de Plutão mostra que determinadas peculiaridades da órbita dele e também das órbitas de Urano e Netuno somente podem ser explicadas pela existência de um planeta desconhecido que deve ser bem maior que Plutão e, mesmo, a Terra.


IRAS (Fonte: coolcosmos)
Entre 1983 e 1984, observações sobre um suposto décimo planeta foram produzidas pelo IRAS - Infrared Astronomical Satellite. Em 1992, novas descobertas foram publicizadas sobre um planeta a mais no sistema, denominado "Intruder - "Planeta Intruso". Os cientistas começaram, então, a confrontar os dados da astronomia com as traduções de Zecharia Sitchin, em especial, a tradução do documento Enuma Elish, que contém a história da formação deste sistema solar. São anais muito antigos que falam de um planeta do tamanho de Urano chamado Tiamat, cuja órbita passa entre Marte e Júpiter.
O grande planeta Nibiru foi capturado pela força gravitacional do sistema solar e sua entrada no conjunto causou anomalias nas luas dos outros planetas. Nibiru colidiu com Tiamat e enormes fragmentos entraram na órbita da Terra. Um desses fragmentos veio a ser a Lua.

(Fonte: rosaleonor)

O interesse de antigos e contemporâneos por Nibiru decorre de uma questão muito prática. Os relatos arqueológicos são claros: a passagem deste planeta a cada 3 mil e 600 anos nas proximidades da Terra produz efeitos sensíveis na realidade ambiental; catástrofes são desencadeadas.
A passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa da mudança nos pólos da Terra, dos regimes das marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com asteróides que são arrastados pelo "intruso". Nibiru pode ter provocado, por exemplo, a extinção da vida em Marte ou o fim da época dos dinossauros.


Tiamat (Fonte: paleoastronauta)
Tiamat – O passado do planeta Terra
Segundo algumas linhas de pensamento, há 500 mil anos atrás o planeta Terra não se chamava "Terra". O nome "Terra", do grego gaia, é uma inovação recente. Seu nome mais antigo é Tiamat. Era um lugar completamente diferente do que é hoje e localizava-se no espaço em outra posição, mais distante do sol, entre Marte e Júpiter. Marte, que ficava mais perto do sol era, então, completamente habitável, com um clima temperado e água abundante em estado líquido. Este fato, embora não divulgado, já foi amplamente verificado pela NASA e outros grupos científicos.
Tiamat estava vinculada à estrela Sírius (ou Sothis, como a chamavam os antigos egípcios). O sistema planetário de Sírios e o sistema da estrela chamada de Sol eram parte de um mesmo e único sistema maior, parte de uma unidade cósmica. Os dois sistemas ainda são gravitacionalmente conexos com um terceiro sistema, outro fato que começa a ganhar espaço nos meios científicos.
O "Sistema Regional de Sírius" evoluciona em torno de um sol central chamado Alcyone, estrela situada na constelação das Pleiades ou "Quadrante das Pleiades". O conjunto Sol-Sírius-Alcyone descreve uma órbita ao redor do centro da galáxia (Via Láctea) em direção do grau 26º Sagitário. Todo o movimento orbital do mega sistema tem uma duração de 200 milhões de anos. Este grande ciclo deve completar uma revolução em 21 de dezembro de 2012, data prevista pelos maias para a deflagração de uma catástrofe mundial apocalíptica que para outros será uma grande transformação no caminho da ascensão, da Luz.

Evidências tecnológicas
Há muito tempo escavações arqueológicas têm trazido à luz artefatos, ferramentas, máquinas e registros que surpreendem, pelo seu avanço, as expectativas dos estudiosos. São objetos inexplicáveis para a ciência histórica acadêmica. No deserto do Iraque foram encontrados baterias de argila com eletrodos datados em 2 mil e 500 anos antes de Cristo; em uma pirâmide funerária, havia um modelo de aeroplano perfeitamente funcional.


Antiga bateria de argila encontra no Iraque (Fonte: verdade.nitlink)
Mais recentemente, a redescoberta de ouro monoatômico em sítios arqueológicos do Oriente Médio veio reforçar a crença em civilizações do passado altamente sofisticadas. As substâncias monoatômicas são supercondutoras de energia em temperatura ambiente e possuem propriedades antigravitacionais. Somente nos últimos anos o ouro monoatômico tem sido investigado pela física. Arqueologicamente, entretanto, o ouro monoatômico mesopotâmico é conhecido desde 1889, quando sir Flinders Petrie demonstrou que o material era produzido há 3 mil anos atrás.


Ouro monoatômico (Fonte: emule)

Evidências documentais
O registro histórico documentado da existência e das realizações dos Anunnaki começou a aparecer desde os primeiros anos do século XIX. As escavações de antigos sítios arqueológicos mesopotâmicos revelaram uma avançada civilização Suméria. Milhares de lâminas de argila contêm escrituras relacionadas não somente com as questões do cotidiano, como o comércio, os casamentos, as ações militares e sistema de cálculos astronômicos; as tábuas cuneiformes também falam dos Anunnaki.


Escrita cuneiforme feita pelos sumérios (Fonte: tecendoasabedoria)

Fica evidente que os sumérios sabiam perfeitamente que aqueles aliens eram criaturas vivas, de "carne e osso". A Biblioteca de Assurbanipal, apesar de ter sofrido um incêndio, não perdeu nada de seus documentos feitos de argila, resistente ao fogo. Assim, foram preservadas 400 tabuletas cuneiformes que contém a história dos tempos arcaicos, sem falhas; uma espécie de "cápsula do tempo" feita de barro cozido. São estes documentos que contam a saga dos Anunnaki.
Evidências genéticas


Lucy (Fonte: corvuxcorvux)
Os registros sumérios localizam o laboratório, onde os Anunnaki criaram o homo sapiens na região leste da África Central, próximo às minas de ouro. É uma área que coincide com o lugar onde foi encontrado o mais antigo DNA mitocondrial, pertencente ao fóssil que ficou conhecido como Lucy. Os arqueólogos também encontraram ruínas de minas de ouro de 100 mil anos. Os documentos descrevem, ainda, o avanço da engenharia genética. O rápido progresso da espécie humana sapiens, que chega a Marte apenas 250 mil anos depois de começar a realmente "sair das cavernas" é notavelmente anômalo diante dos milhões de anos que foram necessários para consolidar os membros mais antigos do nicho dos homo erectus.


            Nibiru, o 12º planeta do Sistema Solar – Parte I


            Nibiru, o 12º Planeta do Sistema Solar – Parte II – A história da humanidade segundo os Anunnakis



Nibiru, o 12º Planeta do Sistema Solar – Parte II – A história da humanidade segundo os Anunnakis

Para o astrônomo do Observatório Nacional, Carlos Henrique Veiga, é possível que existam planetas ainda desconhecidos no Sistema Solar. Poderiam ter, inclusive, características semelhantes àquelas atribuídas a Nibiru, como um período muito longo e uma órbita extremamente elíptica. "Entretanto as órbitas de planetas não se sobrepõem umas às outras. Esse cruzamento só ocorre com cometas e asteróides." Quanto à segunda possibilidade, a de que Nibiru fosse uma estrela se escondendo nas vizinhanças, Veiga diz que sua presença causaria uma alteração na dinâmica do Sistema Solar. "Tanto ela quanto o Sol teriam que girar ao redor de um centro de massa. Os planetas girariam em torno das duas ou desse novo ponto central. Não é isso que estamos vendo", afirma.


A chegada dos Annunakis (Fonte: sunnation.wordpress)

Um outro ponto de vista sugere que, em 21/12/2012, o Sol, ao nascer, poderia se alinhar com o plano da Via-Láctea. Nessa posição, receberia algum tipo de irradiação misteriosa vinda do centro da galáxia. Tal informação, porém, é contestada até por autores de livros populares sobre 2012, como o astrônomo John Major Jenkins. A  verdade é que o Sol está cruzando o plano da nossa galáxia, mas isso não é motivo para preocupação. "O centro da Via-Láctea está a quase 30 mil anos-luz de distância. Por isso, esse posicionamento não deverá trazer maiores conseqüências. No máximo, pode favorecer a atração de cometas e asteróides em direção ao Sol", diz Veiga.
A NASA, por sua vez, localizou um maciço e negro objeto cósmico nos céus do hemisfério sul, fato que pode justificar a recente reativação de telescópios na Argentina e no Chile. O pesquisador Zecharia Sitchin, que visitou vários observatórios astronômicos da antigüidade, constatou que todos privilegiavam a visão do quadrante sul e também estavam localizados na mesma latitude da Terra.

Desenhos antigos mostrando um híbrido de Annunaki com uma humana (Fonte: wolflodge)

É provável que esse notável interesse pelo céu tenha sido motivado pela expectativa de um retorno dos Anunnakis que foram, no passado, considerados criadores e instrutores da raça humana.
Anunnaki, na língua suméria, significa "Aqueles que desceram dos céus". Para os hebreus eram Nefilins, Elohins; em egípcio, Neter. Nos últimos duzentos anos, descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos foram o fundamentais para a consolidação da teoria de que uma avançada civilização proveniente de um planeta distante, porém pertencente ao sistema solar do qual a Terra faz parte, chegou ao golfo Pérsico à cerca de 432 mil anos atrás; eram os Anunnaki. Os visitantes estelares colonizaram a Terra com o propósito de obter grandes quantidades de ouro. Sua mão-de-obra foi arrebanhada entre os humanos primitivos, que foram manipulados geneticamente.

Relação de povos antigos com um Annunaki (Fonte: haarraum)

Há 250 mil anos, o sistema de colonização alienígena começou a decair; os operários das minas (terráqueos) começaram a se rebelar contra as condições de trabalho e os Anunnaki, então, decidiram criar um ser que pudesse substituir os humanos primitivos. O experimento de engenharia genética teve de ser refeito. Enki, cientista genético e Ninhursag, chefe de medicina, criaram híbridos usando material do homo erectus, de animais e dos próprios Anunnaki. Esta idéia foi usada no recente filme Avatar. O resultado foi o homo sapiens, que veio ao mundo para ser escravo! Os primeiros homens, sendo híbridos, não se reproduziam. Novos ajustes foram feitos e, assim, a espécie pôde procriar.


Suposta atuação dos Annunakis na história da humanidade (Fonte: hubpages)

Quando os sapiens tornaram-se muito numerosos, parte deles era expulsa das cidades Anunnaki e, assim, gradualmente espalharam-se no planeta. Mas as criaturas surpreenderam os criadores: eram belos e se desenvolviam muito bem. Algumas fêmeas começaram a servir de parceiras sexuais para os colonizadores. Essas uniões eram férteis, produziam prole. Era uma situação inaceitável para a maioria dos Anunnaki que decidiram exterminar a população colonizada - a humanidade - provocando uma colossal inundação em época próxima à reentrada de Nibiru nas proximidades da órbita da terra. Esse dilúvio aconteceu há cerca de 12 mil anos atrás.
Muitos humanos foram salvos por Enki, que simpatizava com aqueles que ele mesmo havia criado. Por milhares de anos, homens e mulheres foram escravos e soldados. Os Anunnaki usavam seus servos nas guerras que travavam entre si, na construção de palácios e cidades, em instalações astronômicas situadas em todos os continentes. Eles ocuparam não somente a Mesopotâmia, mas também o Egito, a Índia, as Américas. Por isso os sinais de sua presença são encontrados em todo o mundo.

(Fonte: larcosmico)
Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui permaneceram resolveram que era hora de deixar o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana à independência, introduzindo um sistema sócio-político fortemente hierarquizado. Linhagens de reis foram estabelecidas, possivelmente considerando a descendência dos Anunnaki: eram os "Iniciados", versados em ciências como matemática e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, arquitetura e engenharia. Dinastias cuja continuidade era feita por meio de "colégios" - os "colégios dos mistérios".
Na terceira parte desse artigo apresentarei evidências acerca da tradição suméria e da suposta existência do Planeta X.


            Nibiru, o 12º planeta do Sistema Solar – Parte I


            Nibiru, o 12º planeta do Sistema Solar – Parte III – Evidências da Existência do Planeta X

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Nibiru, o 12º planeta do Sistema Solar – Parte I

Na época dos sumérios, o sistema solar era descrito como um conjunto de 12 corpos celestes. Na linguagem zodiacal, estes astros eram chamados de "planetas", embora, entre eles, os antigos incluíssem a Lua e o Sol. Isso evidenciava que os mesopotâmicos, além de possúirem um inexplicável conhecimento astronômico,  também afirmavam a existência de planetas que somente a ciência contemporânea pôde reconhecer, o Urano, em 1781, o Netuno, em 1846, o longíquo Plutão, em 1930, e o atualmente desconhecido, porém procurado, 12º planeta, este que os sumérios denominavam Nibiru. Ora, se os sumérios, há 6 mil anos, estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos hoje porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação a Nibiru?


(Fonte: illuminati-news)

Segundo os sumérios, o Nibiru seria um planeta habitado por um povo conhecido como "raça dos deuses". Tal raça teria visitado nosso planeta no passado e influenciado decisivamente a cultura humana. Por essa razão, alguns artefatos como as tabuletas cuneiformes de pedra e argila encontradas no Iraque fazem uma clara referência a um planeta desconhecido de onde teriam vindo viajantes do espaço cósmico. Esses visitantes eram conhecidos como Anunnaki e eram considerados deuses. Possuíam "servos" que não eram seres vivos, mas agiam como se fossem.
A avançada tecnologia de povos antigos como os sumérios seria a prova da herança do contato de terrestres com habitantes de Nibiru. O sistema matemático e o calendário usados pelos sumérios que possuíam a cultura mais antiga do Ocidente, continuam atuais, por exemplo.


(Fonte: macedoniaonline)

Os estudos acerca do Nibiru ficaram popularmente conhecidos graças ao linguista e perito em escrita cuneiforme e outras linguagens antigas, Zecharia Sitchin, que começou a divulgar suas idéias acerca da origem da Terra, inspiradas, segundo ele, na decifração de antigos textos babilônicos. Ele publicou em 1976 o The Tewlfht Planet que foi o seu pontapé inicial na transformação da pesquisa da história antiga. Em 1993, lançou seu sexto livro, parte da série de Earth Chronicles (Crônicas da Terra) - When Time Began. Este último livro fala das relações entre o complexo calendário de Stonehenge, as ruínas de Tiahuanacu, no Peru, a antiga cultura suméria e, por extensão, a conexão desses monumentos antigos com os Anunnaki. . Sitchin ainda defende os Anunnaki como seres humanóides que habitam o Nibiru, e não apenas como criações fantásticas e alegóricas dos sumérios. A partir daí surge a primeira menção a uma gigantesca cruz cósmica, desenhada pelas órbitas dos planetas do Sistema Solar na eclíptica e pela órbita, muito alongada, de Nibiru que também orbita o Sol, porém, em outra direção e com outro período orbital. Além das traduções de textos sumérios, Sitchin também se baseia nas escrituras védicas (indianas) e nos textos originais da Bíblia, escritos em grego e hebraico.


(Fonte: ufodigest)

Do ponto de vista científico, muitos astrônomos ainda estão procurando por este misterioso planeta nos confins do espaço. Não só tais astrônomos como a própria NASA também está envolvidas em pesquisas sobre o Nibiru, que por eles é chamado de Planeta X. Mas a verdade é que aquilo que foi observado há milhares de anos atrás não é mais visto nos céus contemporâneos. Isso poderia ser explicado pelo fato da  órbita do 10º planeta (12º astro dos sumérios) ser uma elíptica extremamente alongada. Durante milênios, o globo se mantém longe do Sol e da vista dos terráqueos, muito além da órbita de Plutão.
O planeta X, também sugerido como uma estrela, passaria próximo ao Sol a cada 3.600 anos. Sitchin afirma que, em uma dessas passagens, uma colisão entre um de seus satélites e um planetóide que existia entre Marte e Júpiter teria dado origem à Terra. Já outros autores passaram a usar as idéias de Sitchin apenas na década de 90. Eles dizem que Nibiru vai passar perto de nosso planeta em 2012, e a atração gravitacional entre os dois resultará em dilúvios e terremotos. Esta é uma das principais teorias acerca das profecias maias. Além disso, quando o Nibiru chegar próximo ao periélio poderão ocorrer fenômenos elétricos bastante violentos (relâmpagos cósmicos) entre ele e a Terra. Tais especulações seriam baseadas na maneira como estão se comportando os planetas de nosso Sistema Solar e o Sol.


(Fonte: users.bart)

Outras características do Planeta X incluem seu periélio de 2,850AU (a unidade astronômica AU é a distância média entre a Terra e o Sol e corresponde a cerca de 150 milhões de quilômetros). Como Marte está a 1,52 AU do Sol, o ponto em que o Planeta X estará mais próximo do Sol cairá entre as órbitas de Marte e Júpiter, a cerca de 427 milhões de quilômetros. O Nibiru ainda possui um afelio de 475,000AU. Plutão, por exemplo, está a 39,5AU, logo a distância alcançada pelo Nibiru seria de aproximadamente 12 vezes a distância de Plutão ao Sol. Isto significa que esse planeta gasta a maior parte do tempo na região chamada de cinturão de Kuiper, muito além da órbita de Plutão. O Nibiru possui uma inclinação da órbita quase perpendicular ao plano da eclíptica, ou seja, ele não se encontra na região onde cerca de 90% dos objetos observados transitam por áreas das constelações do zodíaco, logo por estar mais na direção sul, isso explicaria porquê ele ainda não foi detectado.


(Fonte: 2012codex)

Muitos acreditam que o satélite astronômico infravermelho (IRAS) tenha detectado o Planeta X já em 1983 como um planeta maior do que Júpiter, ao sul da Constelação de Sagitário, com uma temperatura de 240 Kelvin. Em abril de 2006, a YOWUSA.COM revelou a estória do telescópio do Pólo Sul. Hoje em dia há especulações de que, em 2012, o Nibiru aparecerá como um segundo Sol, no céu.


            Nibiru, o 12º Planeta do Sistema Solar – Parte II – A história da humanidade segundo os Anunnakis


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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Uma viagem de ida sem volta à Marte: Quem se habilita?

Em 20 de julho de 1969 a célebre frase “Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade” foi dita por Neil Armstrong quando este pisou na superfície lunar, num dos eventos mais famosos da história. Apesar de teorias conspiracionais apontarem para uma possível fraude, diante de muitas evidências surgidas desde a época do documentário “FOX Special – Conspiracy Theory: DID WE LAND ON THE MOON?”, apresentado pela Fox Television em 2001, a própria NASA apresentou argumentos que rebateram a maior parte dos vestígios de fraude que foram denunciados até então. Portanto, não há provas suficientes de que Neil Armstrong, Edwin 'Buzz' Aldrin e Michael Collins de fato não haveriam estado na Lua naquela ocasião.

Neil Armstrong em território lunar (Foto: romerolaura19)

Então se a viagem à Lua foi um grande passo dado pelo homem em direção ao espaço, qual seria o próximo passo? Marte, talvez?
Pois bem, o planeta vermelho possui muitas similaridades com o nosso: gravidade moderada, atmosfera, água, área de superfície similar à Terra, dióxido de carbono e diversos outros minerais essenciais. Além disso, depois de Vênus, é o planeta mais próximo da Terra e levaria cerca de 6 meses para se chegar lá, com a tecnologia disponível atualmente (lembrando que a viagem à Lua teria levado mais ou menos 4 dias). E hoje, seria possível uma viagem à Marte? Teoricamente sim, mas para isso algumas grandes barreiras teriam que ser superadas. Entre elas o valor do projeto que seria extremamente caro, tanto do ponto de vista financeiro, quanto do ponto de vista político, sendo que a maior parte dos gastos seria aplicada na necessidade de trazer os astronautas sãos e salvos.

Marte (Fonte: terragiratg)

            Na época do governo de George W. Bush, este lançou o projeto Constelação, que tinha como objetivo a renovação de toda a frota espacial norte-americana, visando o retorno de um astronauta à Lua em 2020. Mas com a chegada de Barack Obama ao poder, o projeto idealizado por Bush foi cancelado em março deste ano, por ter sido considerado muito caro, atrasado e pouco inovador. Ao invés disso, Obama revelou que planeja promover uma viagem do homem a Marte até 2030, pois segundo ele, até 2025 o país já teria disponíveis novas espaçonaves projetadas para longas viagens.
O que se vê na prática, porém, é que tanto uma nova viagem à Lua, quanto uma viagem a Marte parecem sonhos cada vez mais distantes, levando em conta que até mesmo o projeto Constelação foi bastante mal executado pela Nasa.
Contudo, Dirk Schulze-Makuch, professor de geologia da Universidade do Estado de Washington, e Paul Davies, um físico, escritor e apresentador reconhecido internacionalmente, lançaram recentemente uma proposta alternativa, mas viável para a viagem de um homem a Marte: Uma viagem de ida sem volta a Marte!

Dirk Schulze-Makuch (Foto: sees.wsu)
Paul Davies (Foto: abscicon)
Num artigo chamado “To Boldly Go: A One-Way Human Mission To Mars”, publicado na revista científica Journal of Cosmology, os dois físicos exploraram essa idéia em detalhes, mostrando duas possibilidades: a maciça redução de custos com a viagem e a possibilidade de se colonizar o planeta vermelho, levando em conta as diversas semelhanças entre Marte e a Terra. Segundo eles, o plano inicial seria enviar duas espaçonaves com dois tripulantes em cada, com uma quantidade suficiente de suprimentos, e módulo de pouso, para que seja estabelecido um posto avançado em Marte. Se a idéia fosse levada a sério, futuramente seria possível estabelecer uma colônia no planeta com uma sucessão de missões periódicas para dar suporte aos aventureiros espaciais. E Schulze e Davies ainda vão mais longe ao afirmar que seria possível desenvolver um programa de colonização onde os homens que se estabeleceram em Marte, ou mesmo os que ‘nasceram lá’ poderiam viajar para locais mais distantes, a partir do planeta vermelho.
Entretanto é importante registrar que assim como Marte possui semelhanças com o nosso planeta, diferenças também existem. Entre elas podemos citar a gravidade superficial marciana que é apenas um terço a da Terra, o que poderia influenciar negativamente na saúde de um indivíduo comum; o clima é muito mais frio que a Terra e sua temperatura oscila em média de -63ºC para -140ºC; o lugar é desprovido de lençóis de água em sua superfície; o nível de energia solar que alcança o planeta é metade do nível alcançado pela Terra; a pressão atmosférica do planeta vermelho é inferior à necessária para a sobrevivência humana, sendo obrigatório o uso de trajes descompressores, assim como as estruturas locais que necessitariam de câmeras de descompressão similares as das espaçonaves; inexistência de esfera magnética para refletir o vento solar. Ou seja, na prática, um ser humano não conseguiria viver mais que 1 minuto em território marciano sem o uso de um traje especial e já perderia a consciência em 20 segundos!

Colonização de Marte (Foto: historiadivertida)
Em relação à segurança dos candidatos a uma ida sem volta à Marte, Schulze e Davies consideram importante a existência de cavernas ou algum outro tipo de formação rochosa, localizada próximo à recursos naturais como a água, e que servisse de abrigo aos moradores terráqueos contra a ionização e os raios ultravioletas, devido à ausência de ozônio e magnetosfera. Mas será que apenas isso seria o suficiente para se estabelecer em solo extraterrestre?
Por incrível que pareça muitos já manifestaram interesse em se voluntariar para tal projeto, e, caso ele se torne realidade um dia, o que não faltará são cobaias dispostas a se despedir permanentemente de seu planeta natal em busca do desconhecido.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A Partícula de Deus

Um dos grandes mistérios da humanidade diz respeito à tão falada origem do universo. De onde viemos? Como se deu o início da vida? Para onde vamos? São perguntas que o homem tentou, desde os primórdios de sua existência, buscar evidências que o levasse a uma resposta definitiva. Enquanto essa resposta não chega, continuamos calcados em teorias científicas ou religiosas.
A teoria religiosa mais conhecida é a de que um Ser absoluto a quem chamamos de Deus, no princípio, criou o universo, a vida, as plantas, os animais... o homem. A bíblia o define como o Alfa e o Omega, princípio e fim, então podemos concluir que Deus sempre existiu, ele não possui origem, pois em verdade ele é a origem em sua essência. Um ser onipotente capaz de criar e fazer o que bem entender.


Big Bang (Foto: vinde)
                                           
Já, cientificamente falando, a teoria cosmologicamente dominante é a do Big Bang, que seria uma grande explosão térmica que, de alguma forma, teria trazido todas as coisas existentes no universo: estrelas, planetas e a vida (até então só comprovada no nosso planeta Terra). Esse artigo gostaria de se ater somente a essa possibilidade, pois, a grosso modo, é muito difícil acreditar que uma explosão no espaço tenha criado tudo, assim : pá-pum!

Grande Colisor de Hátrons (Foto: caianareal)
Recentemente cientistas comemoraram uma explosão feita num acelerador de partículas conhecido como ‘Grande Colisor de Hátrons’. Tal explosão seria uma espécie de simulação do Big Bang, mas uma simulação em miniatura. O aparato tecnológico para tal feito custou aproximadamente US$ 10 bilhões, e um simples reparo por conta de um superaquecimento custou cerca de US$ 40 milhões, ou seja, o valor investido nessa parafernália já explicita a importância da pesquisa científica nessa área.
Mas o que significa esse “mini Big Bang”, criado pelos cientistas? Será que eles seriam capazes de criar outro universo dentro do universo em que vivemos? Na prática não é tão simples assim.
A explosão em evidência foi gerada através da colisão de dois feixes de prótons a 7 tera-elétron volts. Mas o que foi gerado através desse Big Bang artificial? À princípio, nada. O objetivo dos cientistas é justamente descobrir o que falta para a matéria ser gerada e eles acreditam que isso é função de uma partícula conhecida como partícula de Deus. Tal partícula seria responsável de dotar de massa tudo o que existe no universo, gerando estrelas, planetas e galáxias através da transformação dos gases. Além disso, outro objetivo dos cientistas é descobrir evidências concretas sobre a existência da suposta matéria negra (um tipo de matéria que só interage gravitacionalmente), que seria responsável por cerca de 23% da densidade de energia do universo, enquanto 73% seria constituído de energia escura e 4% de energia bariônica (mas isso fica pra um outro artigo).

Bóson de Higgs (Foto: dionisioempedacos)
Voltando à questão da partícula de Deus, esta é uma particular elementar escalar maciça hipotética que tem como função validar o modelo padrão atual de partícula. Dentre todas as partículas do modelo padrão, esta foi a única que não foi observada e, mesmo assim, representa a chave para explicar a origem da massa de outras partículas moleculares.
Essa partícula foi predita pela primeira vez em 1964 pelo físico britânico Peter Higgs e, por essa razão, também ficou conhecida como Bóson de Higgs. Com o funcionamento do Grande Colisor de Hátrons desde 2008, cientistas esperam encontrar a prova definitiva do Bóson de Higgs.
No caso do Big Bang, a partícula ainda possibilitaria o surgimento da vida na Terra, e talvez em outro lugares do universo. Então se a sua existência for comprovada, talvez não nos pareça mais tão absurdo imaginar que uma explosão no princípio tenha criado tudo no universo, desde os grandes astros até os mais complexos organismos viventes.
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