De tão ousadas, algumas casas até se confundem com obras de arte. Graças à criatividade e ao talento de arquitetos como a iraquianaZaha Hadid, o polonêsDaniel Libeskinde obrasileiroMarcio Kogan, entre outros tantos nomes, os projetos residenciais tornaram-se muito mais do que lugares para morar. Ângulos que parecem impossíveis, materiais inusitados e formas impressionantes são alguns dos aspectos encontrados nas construções experimentais que ilustram os dois volumes do livro100 casas contemporâneas, lançado pela editora alemãTaschen. Além de um projeto assinado por Marcio Kogan em Salvador, na Bahia, a lista inclui outras três construções brasileiras: a Casa Acayaba, deMarcio Acayaba, que fica no Guarujá, no litoral de São Paulo; a CF House, do escritórioBernardes + Jacobsen, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro e a Pier House, em Paraty, também no Rio de Janeiro, deSimas and Grinspum.
Projeto do escritório Jarmund/Vigsnes: Red House, em Oslo (Fonte: revistacasaejardim)
A difícil tarefa de selecionar os projetos coube ao historiador e economistaPhilip Jodidio, reconhecido internacionalmente como um dos autores mais populares, quando o assunto é arquitetura. “Os arquitetos têm mais liberdade para expressar suas ideias e experimentar novos conceitos ao desenhar residências, do que projetos corporativos. Conceber espaços para viver tem seus desafios, para os quais os arquitetos sempre buscam soluções inovadores – repensar a maneira como moramos e vivemos nossas rotinas faz parte do trabalho de desenhar uma casa”, diz a descrição do livro. A obra não tem previsão de lançamento no Brasil, mas é possível adquiri-la pelo site da editora.
(Fonte: revistacasaejardim)
Confira alguns dos projetos que ilustram as páginas da publicação:
CF House, assinada por Bernardes + Jacobsen, em Angra dos Reis (Fonte: revistacasaejardim)
Outra foto do projeto do escritório Bernardes + Jacobsen (Fonte: revistacasaejardim)
Rolling Huts Mazama, dos arquitetos do Olson Kundig (Fonte: revistacasaejardim)
Holman House, na Austrália (Fonte: revistacasaejardim)
À esq., projeto do escritório Aires Mateus, em Portugal; À dir., projeto de Kotaro ide, no Japão (Fonte: revistacasaejardim)
A lista tem quatro projetos brasileiros: entre eles, a casa Acayaba, de Marcos Acayaba, que fica no Guarujá, litoral de São Paulo (Fonte: revistacasaejardim)
A camuflagem é o conjunto de técnicas e métodos que permitem a um determinado organismo ou objeto permanecer indistinto do ambiente que o cerca. Têm-se como exemplos desde as cores amadeiradas do bicho-pau até as manchas verdes-marrons nos uniformes dos soldados modernos. É geralmente empregada por inúmeras espécies para se protegerem dos seus predadores. Uma das mais amplas e variadas adaptações é a camuflagem natural, a habilidade de um animal esconder-se de predador ou presa. No caso de Liu Bolin, a camuflagem é utilizada para protestar contra as injúrias do comunismo:
Liu Bolin é um artista de 38 anos de idade, oriundo da China, que consegue se camuflar em qualquer lugar, não importa o quão difícil possa ser. Até se tornar parte da paisagem, cada detalhe tem de ser perfeito e para que a ilusão resulte, Bolin conta com a ajuda de dois assistentes. As pinturas costumam demorar várias horas, por vezes um dia inteiro e são feitas na rua, junto ao objeto que se pretende como paisagem. Durante esse tempo, Bolin tem de permanecer imóvel. Muitas vezes, pessoas que passam pelos locais onde o artista está não conseguem notá-lo até que ele se mexa.
(Fonte: odditycentral)
O artista iniciou este tipo de trabalho quando o governo chinês destruiu a sua galeria para criar novas instalações para os Jogos Olímpicos de Beijing. "Invadir" os cenários à sua volta e misturar-se com estes é o seu protesto político, que visa mostrar os problemas sociais provocados pelo desenvolvimento que o seu país está a atravessar.
Durante três meses Liu trabalhou na sessão de fotos "Dragon Series " que fez no Parque Behei, em Beijing, onde se camuflou com a natureza, com um templo e com esculturas de nove dragões.
Nos últimos cinco anos o chinês andou pelo mundo a cobrir-se de tinta e fazer parte de cenários.
Há cerca de 10 anos atrás surgiam as primeiras correntes de e-mails sobre o tenebroso caso dos gatos bonsai. Nesses e-mails anunciava-se num site a venda de gatos em miniatura dentro de garrafas transparentes. E pra tornar as coisas ainda mais bizarras, o site te ensinava a fazer o seu próprio gato bonsai:
Um cãozinho morto e transformado em um boneco (Fonte: orkut)
“Coloca-se gatos bebês em garrafas de vidro, enfia-se uma sonda em seu ânus, que sai por uma abertura na garrafa para desfazer-se da urina e fezes. Para que os gatos tomem a forma da garrafa, os alimentam com químicos para amolecer-lhes os ossos, aí os mantém pelo tempo que o gato aguentar sobreviver à tortura. Não pode mover-se, nem andar, nem limpar-se. À medida que vai crescendo ele vai tomando a forma do recipiente em que foi inserido”.
A idéia absurda parece ter pegado muita gente desprevenida e essa se tornou uma das principais correntes da época e ainda, segundo a Folha On-Line, em pesquisa realizada pela empresa Sophos, esse boato ficou em segundo lugar na lista de correntes falsas que mais circularam pela Web no mês de Outubro de 2003. Entretanto, esse assunto sempre volta com força total de tempos em tempos, até porque o site onde a farsa foi criada ainda existe até hoje.
Infelizmente nem tudo é de mentira nessa vida. Alguns anos depois surgiria um outro site polêmico que apostava na manipulação bizarra de animais para chamar a atenção.
(Fonte: orkut)
Uma holandesa chamada Katinka Simonse, também conhecida como Tinkebell, lançou na Internet um manual de como transformar seu gatinho de estimação numa bolsa! Segundo ela, seus gatos eram mortos e convertidos em bolsas porque ela amava a moda.
Tinkebell (Fonte: orkut)
O manual explicava o passo a passo, desde o abate do bichano até a transformação do mesmo numa bolsa. O macabro site gerou a revolta de milhares de pessoas que a acusavam de abuso e maltrato a animais. Uma petição foi criada em uma comunidade do orkut para tirar esse manual do ar. E, ao que parece, o link do site acabou ficando inativo mesmo. O que não quer dizer que Tinkebell desistiu de fazer arte usando animais de sua propriedade.
Roedores em bolas (Fonte: blondebynature)
Ela atualmente é proprietária de 60 hamsters em bolas e porquinhos da Guiné manipulados por controle remoto. Ela também costuma colocar pintinhos em trituradores de papel e escrever números sobre os caramujos em seu jardim para manter a contagem deles.
Há um tempo atrás houve investigações sobre o comportamento dela. Ela alegava que seus animais não eram mortos para a criação de suas obras de arte. A Organização de Proteção Animal Holandesa, por sua vez, era consciente da situação e considerava uma falta de respeito para com os animais a morte dos mesmos pela arte, como justificava Katinka.
(Fonte: orkut)
(Fonte: eucom-isso)
Em conversa com a moça a organização acabou concluindo que o objetivo dela não era causar sofrimento aos animais, e sim fazer uma declaração chocante, trazendo o mesmo impacto que a morte de animais para a confecção de casacos de pele e sapatos traria. A Organização de Proteção Animal Holandesa acredita que os animais mortos devem ser respeitados, assim como o uso destes em obras de arte também deve ser respeitoso: “Animais mortos podem ser usados na arte, desde que a situação retratada seja característica ao animal”, dizem. Logo, a gente conclui que a Tinkebell quebrou uma lei, mas nada foi feito a respeito.
O boneco é reversível. De um lado, apresenta-se na forma de um cachorro e do outro, ao ser manuseado e virado do avesso, acaba por revelar um gato (Fonte: orkut)
(Fonte: orkut)
Katinka Simonse se considera uma "designer de discussões". Ela pesquisa as questões contemporâneas e os movimentos populistas, incluindo o ativismo dos direitos dos animais, e suas estratégias. Hipocrisias e discursos dentro destes movimentos são os pontos principais do foco de seu trabalho.
(Fonte: orkut)
(Fonte: orkut)
Segundo Tinkebell seu foco é o uso do grotesco para chamar a atenção para a verdade do nosso comportamento. Ela indaga: “Qual é a diferença se uma cobra está sendo morta para a confecção de botas de couro, ou se uma vaca está sendo morta, eviscerada e depois comida, ou ainda se pintos machos, que iam ser mortos de qualquer maneira em uma casa de abate por meio de gaseamento ou outro método, são simplesmente submetidos a um triturador? Qual a diferença de você dar ao seu filho um coelho de estimação ou simplesmente dar-lhe um verdadeiro coelho, morto de pelúcia? Qual é a razão de se conseguir um hamster se você só vai interagir com ele através de uma bola de plástico ou gaiola? Para mim os animais são objetos”.
(Fonte: orkut)
Tinkebell concluiu que suas ações não são piores do que a de abatedouros de carne, de laboratórios de pesquisa, de fábricas de criação de pets (que são comprados e vendidos por PetSmarts) ou do que seres humanos que reproduzem animais em gaiolas para venda. Tudo bem que suas comparações são mesmo equivalentes às suas ações, entretanto, não é porque vemos algumas pessoas andando tortas que vamos nos entortar também. Se você usa o maltrato contra animais como artifício para fazer maldade aos mesmos, então você poderia usar a mesma lógica para maltratar um ser humano, já que é uma coisa que também acontece em nossa realidade. Se começarmos a enxergar atitudes como essa como se fosse uma coisa normal, vai chegar um ponto onde histórias como a do filme “O Albergue”, onde ricaços pagam para torturar pessoas, vai se tornar uma coisa banal na cultura humana.
(Fonte: orkut)
Ela matou seu próprio gato e o converteu em bolsa, porque segundo ela "adora moda"(Fonte: orkut)
E o que dizer sobre o fato dessa moça utilizar a arte como desculpa para satisfazer o seu egocentrismo masoquista? Sabemos que a arte é uma forma de expressão que atinge o espectador das formas mais inusitadas possíveis. Algumas obras causam admiração, outras causam repúdio, tudo depende do objetivo do artista. Mas será que no campo da arte tudo é mesmo possível. Não há limites para o bom senso? Há um tempo atrás uma artista plástica norte-americana gerou polêmica ao engravidar repetidas vezes para abortar logo em seguida e usar isso como forma de expressão de arte. Qual o propósito disso, já que mais parece uma forma desesperada de chamar atenção da mídia para si?
(Fonte: eucom-isso)
(Fonte: orkut)
As ONGs que criticaram a obra de Tinkebell ganharam o reforço de um partido político que condena a obra, intitulada “Popple”, e a chama de "arte extrema". A parlamentar Esther Ouwehand criticou a exposição: "É repugnante! ultrapassa o limite do aceitável".Mas para a ‘patricinha’, esse será apenas um protesto contra o modo que os animais são tratados e contra a obsessão de criar seres perfeitos através de manipulação genética, acredite se quiser.
Um OOPArt - Out Of Place ARTifact (Artefato fora do lugar) é um termo aplicado a dezenas de objetos pré-históricos encontrados em vários lugares ao redor do mundo que, dado o seu nível de tecnologia, estão completamente em desacordo com sua idade determinada com base na química, física e / ou provas geológicas. Ooparts são muitas vezes frustrantes para os cientistas convencionais e um deleite para os pesquisadores aventureiros e pessoas interessadas em teorias científicas alternativas
Disco de Sabu (Fonte: carolinecabus)
Em 1936, um disco tri-lobulado foi descoberto pelo egiptólogo Walter Brian Emery, na tumba do príncipe de Sabu, filho do faraó Anedjib, o quinto monarca da I dinastia do Egito Antigo (3.000 a.C),durante uma escavação na zona arqueológica de Saqqara, no Egito. Este disco enigmático foi encontrado entre cerâmica, ossos, pedra e vários outros objetos de valor que o nobre príncipe quis levar consigo para o além.
Odispositivo medecerca de23,5centímetros dediâmetroe umpoucomais de4centímetros dealtura.Embora alguns acreditassem inicialmenteseresculpido emardósia, o disco, na verdade, foi feito dematerialsiltito (muitas vezesempregado porentalhadoresegípciospor sua capacidade desuportaro trabalho, detalhado e metódico, sem fraturas). Outras objetosencontradosnestetúmulotambém foramesculpidosa partir desta resistente rocha.
(Fonte: saucer2.vilabol)
Comouma tigelalarga e planacomtrêscortes ou pás curvas, aformadoobjetoimediatamente sugere umahélice semelhante a de um barcocomtrêspáseumfurocentralpara sercolocadaemumeixodisposto a girar. Mesmoparasiltito, os detalhesdo disco(especialmente ostrêscortese ocilindrocentral) sãoincrivelmentefinos.Apesar de odisconão possuir uma simetriaperfeita, todos os cortes sãoaproximadamentedo mesmo tamanhoesãoorientadosa 120grausa partirdocentro. Masquanto àreal funçãodoobjeto, os investigadores ainda não tem certeza.
Embora possam nãoser capazes dedeterminaro queera,muitos concordamqueoartefatonão poderiater sidouma roda, já queovolantesófez a suaapariçãorecenteno Egito em1500a.C., durantea18 ª dinastia, com a invasãodoshicsos. No entanto, algumasgravuras egípcias, onderodas semelhantes aparecem desenhadas, já eram encontradas durante aquinta dinastia, cerca deummilênioantes desse período.Odisco deSabu, porém, é um desafio ainda maiorparaos egiptólogos, porque as datas do surgiimentoda roda giramem torno de3000a.C.,durante otempoda primeira dinastia.
Réplica (Fonte: atlantisonline.smfforfree2)
Outrocenárioainda maisincrívelsugere que odiscode pedra, na verdade serviucomoumaespéciedehéliceusadocomaletas (pequenas alas por onde passa algo)hidráulicas, o que implicaria queosegípciosprovavelmentejátinhama tecnologia para construirmotores elétricos.Enquanto apedranãopode serummaterialrazoávelparatal dispositivo, o renomadoegiptólogoCyrilAldredpostulou queodiscoseria simplesmenteuma reproduçãodeum objetometálicomuitomais velhodo que este.
Claro que, esse objeto também, acreditava-se, teria servidoa um propósitomuitomenosincrível. Algunsacreditam queodiscopode ser simplesmente ser umpéde umalâmpada a óleo. No entanto, os críticosdestateoriaafirmamquesuafunçãocomo uma lâmpadaritual, é bastanteimprováveldevido àformaecurvaturadeseus lobos, queparecemsugerir uma funçãoao invés demerosadornos.
(Fonte: davidicker)
Então qual seria a explicação para este disco?Embora não possa tersidoumahélicede um veículo, odiscoestranhoaindapode tersido partedeuma espéciede umantigocomponenteda máquinapara oprocessamento degrãosou frutas, talvez. Algunsatésugeriramqueele possater sidoparte deumgeradoroubateriapara produzirelectricidade.
Ahabilidadenecessáriaparaesculpirum objeto étambém importante.Sealguémfossefazerhojeum objeto semelhante a esse disco, a tecnologianecessária paratais formasfinas e desproporcionais derocha sólidaexigiriaalgo comoumamáquina detrituraçãocomputadorizada3Dmoderna!
(Fonte: rocking-maniacs)
Outra questão a ser discutida seria o objetivo para o qual o artefato foi construído. Seria a reprodução de alguma tecnologia antiga desconhecida ou apenas uma amostra do talento de algum escultor que viveu naquela época?
De qualquermaneira, o discotri-lobulado agoradescansanoprimeiro andardoMuseu doCairo,ondetodos que podem apreciaro artefatose perguntam:que tipode tecnologiaque os egípcioseram realmentecapazesdecriardurante osprimeiros diasdeseuimpérioglorioso?