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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Raios Globulares – Parte IV – Reprodução de raios-bola em laboratório

Um grupo de cientistas brasileiros conseguiu reproduzir em laboratório um dos fenômenos mais raros da natureza, os relâmpagos globulares ou esféricos. O feito comprova uma teoria que tentava explicar como eles aconteciam e confirma que quem disse que já viu bolinhas brilhantes pulando por aí não precisa consultar nem um oculista nem um psiquiatra.

(Fonte: ceticismo)


Os relâmpagos esféricos foram descritos por diversas pessoas ao redor do mundo, geralmente, durante tempestades com raios. Na maioria dos casos, as esferas têm o dobro do tamanho de uma laranja e chegam a durar minutos. Os relâmpagos obtidos pelos cientistas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no entanto, são menores, do tamanho de uma bola de ping-pong, e duram menos, cerca de 8 segundos.
Segundo o orientador do trabalho, o químico Antônio Pavão, que também é diretor do Espaço Ciência do governo pernambucano, isso se explica pelo fato de que não se reproduziram em laboratório as grandes descargas elétricas da natureza. “Nós trabalhamos com voltagens relativamente baixas. Na natureza o fenômeno envolve raios que chegam a atingir milhões de volts e milhares de ampères”, afirma Pavão.

Equipe envolvida no experimento (Fonte: ceticismo)


Diversos cientistas já tentaram explicar a coisa. Há algumas teorias muito complexas (as esferas seriam formadas por bolas de plasma ionizado unido pelo seu próprio campo magnético) e outras que beiram o absurdo (elas seriam miniburacos negros criados durante o Big Bang). Contudo, a explicação que Antônio Pavão e seu aluno de doutorado, Gerson Paiva, utilizaram é mais simples e foi proposta pelos cientistas John Abrahamson e James Dinniss, da Nova Zelândia. O fenômeno seria formado por vapor de silício puro, formado após um relâmpago atingir o solo. Conforme esse vapor esfria, o silício se condensa e assume o formato de uma bola devido à carga elétrica da superfície. O brilho surge do calor do silício interagindo com o oxigênio.

(Fonte: ceticismo)


Para reproduzir essas condições e testar se os neozelandeses estavam certos, o time de cientistas usou descargas elétricas de 140 ampères em pastilhas com silício de 350 micrômetros de espessura. “Assim conseguimos produzir bolas luminosas que se comportam de maneira semelhante à do fenômeno do raio-bola”, afirma Elder Vasconcelos, também da UFPE, que fez parte do grupo de Pavão e Paiva.
Com o sucesso do trabalho, que será publicado em uma edição futura da revista científica “Physical Review Letters”, o grupo agora vai tentar repeti-lo com outros materiais, como ligas metálicas. Para a equipe, no entanto, o mais importante é mostrar que a ciência brasileira também é capaz de grandes feitos. “Isso está mostrando que no Brasil nós também produzimos ciência de qualidade. E que boas pesquisas não nascem apenas em laboratórios supersofisticados”, afirma Pavão.

(Fonte: physorg)


Abaixo será apresentada uma demonstração em vídeo da criação de raios globulares pela equipe de Pavão:


(Fonte: texto de Marília Juste, G1, com adaptações)
E aqui um outro experimento criado por uma equipe de cientistas estrangeiros:



Raios Globulares – Parte II - A teoria de Hugues


Raios globulares – Parte III – Um caso de raios em bola em Rondônia


Raios Globulares – Parte IV – Reprodução de raios-bola em laboratório

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Raios globulares – Parte III – Um caso de raios em bola em Rondônia

Nos artigos anteriores falamos do fenômeno dos raios globulares, ou raios em bola e da sua ocorrência em diversas partes do mundo. Nesta parte tratarei de um caso específico ocorrido no Brasil em 2007. Nesse período a cidade de Cacoal, no interior de Rondônia, foi atingida por um raio em bola, deixando os moradores locais intrigados e confusos com o raro fenômeno atmosférico.

(Fonte: comunidadearea51)


De acordo com testemunhas locais, chovia bastante no momento em que o fato foi registrado. Os habitantes de Cacoal ficaram amedrontados quando surgiu no céu uma série de objetos luminosos que sobrevoavam a cidade de forma aleatória. Muitos pensaram se tratar de um ataque extraterrestre ou algo parecido, outros de que eram satélites se desintegrando sobre a atmosfera de Rondônia e, teve até quem pensasse que o fenômeno era na verdade o fim do mundo. Além disso, algumas testemunhas afirmaram ter visto um meteoro rasgando o céu durante a chuva.

(Fonte: apolo11)


A aparição das bolas de luz foi seguida de um violento estrondo que teria sido causado pela queda de um objeto de grandes proporções na área rural da cidade. Quando foram averiguar o local onde teria ocorrido o impacto, descobriram um enorme buraco que se abriu no chão, além de árvores retorcidas e troncos partidos ao redor e muitas árvores arrancadas do solo em um raio superior a 150 metros.

(Fonte: apolo11)


Em relação a esse misterioso buraco, apesar de várias pessoas terem visitado a área, não foi encontrado indício algum de que realmente um objeto possa ter colidido com a superfície. Não encontraram nenhum tipo de fragmento rochoso, metálico ou de outras naturezas nas proximidades, nem rastros ou poeira de compactação, odor ou coloração diferente do solo, nada além de árvores caídas e parte de um barranco rachado pelo tamanho da força do possível impacto.
A teoria da queda de um meteoro em Cacoal foi descartada, pois não houve indícios suficientes no local do buraco formado para sustentar essa hipótese. A reentrada de algum satélite também é praticamente nula, já que os diversos órgãos espaciais consultados não receberam qualquer informação de rastreio e muito menos previsão de que algum satélite entraria na atmosfera naquele dia. Nenhum satélite ou sonda espacial captou algo que pudesse interferir até mesmo na comunicação local.
O mais curioso é que essa não é a primeira vez que o Estado de Rondônia é atingido por um raio globular...
No dia 23 de março de 2006, um outro objeto luminoso também foi visto caindo do céu como uma grande bola de fogo, em uma propriedade na zona rural do município de Monte Negro, centro-norte do Estado, a cerca de 248 km da capital Porto Velho. Naquela ocasião os estragos foram largamente maiores que o evento recente, quando foram registradas 64 cabeças de gado mortas instantaneamente após a queda súbita do chamado raio em bola.

Gados atingidos por um raio globular (Fonte: apolo11)


Após alguns meses um outro evento atingiu novamente o interior de Rondônia, desta vez na zona rural do município de Vale do Paraíso, no centro-leste do Estado. Ali morreram mais 18 cabeças de gado, atingidas por uma forte descarga elétrica. Ali o solo apresentou as mesmas características observas em Cacoal, com enormes fendas no chão e um vasto número de árvores dilaceradas pela força do impacto.

(Fonte: seboeacervo)


Como se trata de um fenômeno raro e do qual a população geralmente desconhece, é comum que os raios globulares sejam confundidos com OVNIS ou fenômenos paranormais. Como já foi dito nos artigos anteriores, este fenômeno é caracterizado por parecer uma bola brilhante e é formado pelo gás atmosférico ionizado – por isso é mais comum ser visto após um relâmpago – e devido a sua instabilidade sobrevive por alguns segundos somente. Possui um movimento aleatório, cor vermelho-alaranjada, produz som que varia de intensidade (eventualmente alto). Além de interferir nas emissões de rádio e às vezes deixar rastro no chão é de certa forma perigoso pois pode provocar curto circuito, queimaduras e até mesmo explodir. Durante muito tempo o fenômeno foi estudado e, recentemente, dois químicos neozeolandeses consideraram que o fenômeno ocorre devido a nanopartículas de silício que interagem com o calor. Muitos relatos sobre o fenômeno levam a crer que ocorre em baixas altitudes e que os raios bola podem atravessar janelas, portanto cuidado para que em tempos de chuva não seja surpreendido por um raio bola e sofra queimaduras, nem confunda o fenômeno natural com algum fenômeno paranormal.



Raios Globulares - Parte I – Uma possível explicação para os avistamentos de OVNIs


Raios Globulares – Parte II - A teoria de Hugues

 

Raios Globulares – Parte IV – Reprodução de raios-bola em laboratório

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Raios Globulares – Parte II - A teoria de Hugues

A visão de alguns objetos voadores não identificados (OVNI) pode ser explicada por fenômenos atmosféricos, como os chamado "raios em bola", como já foi visto na primeira parte deste artigo. Dando continuidade a este tema, nesta parte serão abordadas as experiências e conclusões feitas pelo astrofísico australiano Stephen Hughes sobre os raios globulares.
(Fonte: ufo)

O cientista fez um detalhado estudo sobre um evento incomum ocorrido em 2006, quando grandes meteoros foram observados no céu de Brisbane (leste da Austrália). Sua aparição ocorreu ao mesmo tempo em que um objeto brilhante e verde foi visto sobre montanhas da região.
Hughes criou uma teoria relacionando o objeto - supostamente um raio em bola, fenômeno raro que às vezes se segue a relâmpagos - aos meteoros. A ideia de Hughes é que a passagem de um dos meteoros pode ter desencadeado momentaneamente uma conexão elétrica entre a atmosfera e o solo, provendo energia para que um raio em bola "altamente luminoso" aparecesse sobre as montanhas. Tal explicação está descrita na revista especializada "Proceedings of the Royal Society".

Fenômenos Elétricos

O cientista diz que o extraordinário episódio, testemunhado por diversas pessoas, fez com que muitas acreditassem ter visto um OVNI. "Se você une fenômenos atmosféricos não explicados, talvez de natureza elétrica, à psicologia humana e ao desejo de ver algo. Isso pode explicar a visão de óvnis", disse Hughes à BBC News.

Raio em bola avistado em Brisbane em 2006 (Fonte: cbsnews)

Trajetória de um raio em bola (Fonte: physorg)

O cientista, da Universidade de Tecnologia de Queensland, começou o estudo após ter sido chamado por uma TV local para explicar as fotos da bola de fogo tiradas por cidadãos comuns. Para ele, as bolas de fogo são meteoros particularmente luminosos, produzidos por fragmentos de rocha espacial, e cruzam o céu a uma alta velocidade como estrelas cadentes. Pelo menos três delas foram vistas no leste australiano na noite de 16 de maio de 2006. Logo após esses eventos, um fazendeiro local afirmou ter visto uma bola luminosa verde descendo uma encosta perto de Brisbane. O fazendeiro pensou inicialmente que se tratasse de um avião se acidentando, mas uma busca policial não encontrou destroços. Um raio em bola parece ser uma explicação óbvia para a bola verde, disse Hughes. Essas brilhantes esferas de luz não são totalmente compreendidas --geralmente são associadas a relâmpagos, mas não havia registros de tempestade elétrica na noite de 16 de maio de 2006.

Meteoro avistado em Brisbane (Fonte: ysahdsalloum)


Hughes não oferece novas explicações sobre as causas do raio em bola, mas levanta a hipótese de que a passagem dos meteoros tenha provocado atividade elétrica na região.
Outro cientista, John Abrahamson, da Universidade de Canterbury (Nova Zelândia), que estudou os raios em bola, considerou a teoria de Hughes "relativamente verossímil" e com "conexões interessantes". Mas, ressaltou, "falta muito até que todos estejam satisfeitos com a solução (para o mistério associado a OVNIS)". Já Hughes, disse que seus estudos têm o objetivo de iniciar um debate sobre o tema. "Não é uma teoria vigorosa, é mais uma sugestão que pode valer a pena que seja explorada."

Raio globular em formação (Fonte: hypescience)


Raios Globulares - Parte I – Uma possível explicação para os avistamentos de OVNIs


Raios globulares – Parte III – Um caso de raios em bola em Rondônia


Raios Globulares – Parte IV – Reprodução de raios-bola em laboratório


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Raios Globulares - Parte I – Uma possível explicação para os avistamentos de OVNIs

Um fenômeno natural, mas responsável por inúmeros informes de avistamentos de OVNIS é conhecido pelo nome de raio globular, ou “raio em bola”. Esse tipo especial de descarga elétrica, consiste geralmente num balão de plasma ou gás fortemente ionizado. Possui uma certa estabilidade, durando vários segundos e, extraordinariamente, até vários minutos. Tem um tamanho de poucos centímetros, mas com exceções da ordem de até um metro e, embora se forme em tempestades, algumas vezes também ocorrem com tempo bom. Uma cor muito comum é o vermelho-alaranjado, sua velocidade pode chegar até 100 km/h, sua dinâmica é independente da direção do vento ou da gravidade, produz sons similares a zumbidos e desprende um odor semelhante ao enxofre ou ozônio. Esse fenômeno interfere nas emissões de rádio, deixa marcas de queimaduras e outros rastros no chão. Além disso, pode atravessar os vidros, as paredes ou as cortinas sem provocar qualquer incêndio ou estrago, como se tivesse o poder de se materializar à sua vontade.

(Fonte: bitscaverna)


Contestado até 1950, o raio globular passou a despertar depois um novo interesse: personalidades científicas viram entrar tais globos nas suas casas e descreveram as suas evoluções pormenorizadamente. Durante uma tempestade, algumas testemunhas puderam observar uma bola de fogo muito parecida com um raio. A sua luminosidade era muito viva. Contrariamente ao raio vulgar, esta bola mantinha-se parada durante vários segundos e deslocava-se de maneira errática, ao longo de tubos ou de fios elétricos. Depois, bruscamente, desaparecia , deixando atrás de si um cheiro de ozônio.

(Fonte: bitscaverna)


A bola pode, entretanto , incendiar depósitos de carburante, queimar livros ou então explodir e matar pessoas nas proximidades, como foi o caso do físico Raichman, em Leningrado, em 1753.
O mais espantoso é que o raio globular é insensível ao vento, parece oscilar sobre si mesmo como um pião e mudar de direção. O organizador das pesquisas nucleares soviéticas, Kapitza, formulou uma teoria e esboçou um programa de investigações sobre este fenômeno. Foi então que os americanos, julgando tratar-se de uma investigação militar, resolveram entregar-se também às pesquisas. E assim, em 1965 tinham despendido esforços importantes para considerar todas as hipóteses possíveis sobre este fenômeno e imprimir às investigações uma orientação adequada.

(Fonte: comunidadearea51)


Existe também uma associação entre os raios globulares e os Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) que a imprensa tanto na França como nos EUA, quer fazer passar por mentiras ou visões de alucinados. Segundo Kapitza, o raio globular seria "uma descarga provocada por ondas de radiofreqüência emitidas durante a tempestade e localizadas por reflexões em objetos naturais". Ele calculou que, para que tal fenômeno pudesse durar ao menos alguns segundos, seria necessário que contivesse por centímetro cúbico mais energia do que a contida num volume igual de plasma completamente despido da nuvem atômica. Concluiu depois que isso era impossível, a menos que se revejam os princípios da física ou que exista uma "forma de energia ainda desconhecida".
Para que o raio globular - ou "plasmóide" - possa subsistir, é necessário que seja alimentado por um "fornecimento contínuo de energia". Este fornecimento só poderia ser eletromagnético. Seria portanto necessário que, por intermédio de um fenômeno de ressonância, ou por "uma transmissão de onda", ele recebesse a energia necessária à sua alimentação. Guy Tarade conta um fato que pode definir o fenômeno: um fotógrafo de imprensa em Nice, Francis Bay, pôde observar um raio globular quando tirava fotografias em sua casa. Sentiu uma "presença" atrás de si, como se alguém o espiasse. Ao voltar-se, viu com susto, encostada à porta, uma grande bola luminosa fluorescente e, segundo os seus termos, "idêntica ao écran de um receptor de televisão". O notável fenômeno bateu-se progressivamente até ficar reduzido a um ponto extremamente luminoso que depois desapareceu. Uma dezena das suas folhas de papel fotográfico, virgens, estava velada e uma película que estava a ser revelada apresentava traços de queimaduras.

(Fonte: ovni.do.sapo)


O físico Babinet estudou um caso estranho de raio globular: um alfaiate que morava em Val-de-Gráce, em Paris, estava à mesa quando viu de súbito sair da chaminé uma bola de fogo que se balançou docemente, rebolou sobre o pavimento e veio evoluir para junto dele. O homem recuou. A bola elevou-se então até a altura do rosto do alfaiate, mas este não se assustou excessivamente com aquele fantástico frente-a-frente. Depois, tendo provavelmente terminado o seu exame um tanto indiscreto, a bola dirigiu-se para um buraco feito na parede, utilizado para a passagem do cano da chaminé. "Depois de ter soltado delicadamente o papel que tapava o buraco", o globo luminoso desapareceu aos olhos do alfaiate, que ouviu daí a pouco uma explosão violenta. Ao chegar à parte superior do tubo, o globo de fogo explodira, projetando sobre o telhado tijolos e destroços da chaminé.

(Fonte: zayandder)


A revista G.E.P.A. menciona que, num belo dia de junho, de céu azul e sem nuvens em 1924 , três moradores de Genay, no Ain, observaram também o fenômeno. “Viram de súbito uma bola de fogo de vinte a vinte e cinco centímetros de diâmetro, resplandescente, dançar diante da janela fechada, do lado norte da cozinha”. Subitamente a bola alargou-se num cilindro comprido, que penetrou na cozinha por um vidro partido. Depois de ter penetrado no ambiente, o cilindro retornou à sua forma de bola e deu a volta ao compartimento, planando à altura de um homem; depois sem provocar qualquer estrago, dirigiu-se para a janela e saiu pelo buraco que lhe serviu para entrar, alongando-se novamente. Uma vez mais, retornou a sua forma de bola luminosa e desapareceu.



Raios Globulares – Parte II - A teoria de Hugues


Raios globulares – Parte III – Um caso de raios em bola em Rondônia


Raios Globulares – Parte IV – Reprodução de raios-bola em laboratório

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Foo Fighters – Parte II - Relatos e teorias

O Foo fighter foi um termo utilizado durante a Segunda Guerra Mundial para descrever o fenômeno onde uma ou mais esferas luminosas alaranjadas eram avistadas por pilotos perseguindo ou acompanhando seus aviões. Alguns pilotos aliados achavam que poderia ser uma espécie de arma psicológica dos alemães, que visava atordoar e confundir os pilotos. Nessa parte do artigo apresentarei alguns relatos de aparições de Foo Fighters e algumas teorias que tentam esclarecer essa questão.


(Fonte: segundaguerra)


No Pacífico

Os Foo-fighters também foram vistos no Teatro de Guerra do Pacífico, sobre o Japão e sobre a Lagoa de Truk. Há registros de visões dos Foo-fighters pelas tripulações dos bombardeiros B-29 sobre o Arquipélago japonês.

(Fonte: segundaguerra)
No dia 12 de Agosto de 1942, o sargento Stephen Brickner, da Primeira Divisão da Marinha, sobrevoava, em grupo com sua esquadrilha, a ilha de Tulagi, ao sul das Ilhas Salomão. Por volta das 10h00min uma formação de pelo menos 150 Foo-fighters foram vistos, voando a uma altura incrível, bem acima das nuvens e sobre a esquadrilha. O sargento Stephen Brickner achou muito improvável que fossem máquinas japonesas ou alemãs.

(Fonte: arcadiaclub)


Os Ingleses

Em 1943, um ano antes da criação do projeto “Sonder Büro nº 13” pelos alemães, os ingleses haviam montado uma pequena organização para o mesmo objetivo. Dirigido pelo tenente general Massey, tal projeto britânico foi chamado de “Projeto Massey”. Foram apurados após um inquérito preliminar, que as luzes que voavam no meio dos bombardeiros eram flashes provocados com fins psicológicos para desorientar e assustar os pilotos – uma arma psicológica nazista. O projeto Massey, neste inquérito preliminar, refletia a opinião dos Aliados com relação aos objetos aéreos não identificados durante a guerra. Porém, o “Projeto Massey” progrediu nas suas investigações e, através de um espião infiltrado na Alemanha, foi descoberto que os Foo-fighters não eram dispositivos alemães, uma vez que os próprios Nazistas cogitavam a possibilidade de serem dispositivos bélicos dos Aliados.


(Fonte: ecofugal)

Um ano depois, em 1944, o “Projeto Massey” foi extinto pelos ingleses – coincidindo com o fato de que o agente duplo foi denunciado e executado pelos alemães na primavera daquele ano.

Conclusões

Logo surgiram outras explicações para o fenômeno.


(Fonte: otherworldmistery)

No dia 01 de Janeiro de 1945, o editor científico da “Associated Press”, Howard W. Blakes, numa entrevista a uma estação de rádio, afirmou que os Foo-fighters eram apenas o fenômeno denominado de “Fogos de Santelmo”. Afirmando que eram apenas luzes naturais produzidas por indução eletrostática das asas e extremidades dos aviões. Segundo Howard W. Blakes, como não eram objetos materiais, eles não poderiam aparecer mesmo nos monitores dos radares, tal e qual os relatórios militares afirmavam.
Há quem afirme que os Foo-fighters eram armas secretas alemãs, como Renato Vesco, um engenheiro aeronáutico e escritor alemão. Segundo Vesco, os Foo-fighters eram veículos voadores não tripulados com o nome secreto de “Feuerball”.


(Fonte: santafeghostandhistorytours)

A principal finalidade desses engenhos seria de interferir nos radares dos Aliados através da ionização da atmosfera obtida a partir de fortes campos eletrostáticos e impulsos eletromagnéticos gerados por válvulas Klystron, dirigidos a partir da terra via rádio, a propulsão era retirada de um motor de reação – um tipo especial e secreto e que era a causa do feixe luminoso que daria ao engenho o nome de “Feuerball” (bola de fogo).
Afinal, os Foo-fighters eram realmente uma arma secreta dos Nazistas, Fogos de Santelmo ou uma manifestação do fenômeno OVNI na Segunda Guerra Mundial?


(Fonte: santafeghostandhistorytours)


(Fonte: segundaguerra.net, com adaptações)

Foo Fighters – Parte I - Arma Secreta Nazista ou OVNIS?

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Foo Fighters – Parte I - Arma Secreta Nazista ou OVNIS?

Há diversas teorias conspiratórias que envolvem a Segunda Guerra, como aquela que afirma que Hitler não se matou em 1944, mas fugiu para a Argentina. Ou que a Alemanha mantinha contato com seres de outros planetas e havia até projetos para construção de discos voadores nazistas. Porém houve um fato concreto, testemunhado por diversos pilotos dos Aliados e também do Eixo: Os Foo Fighters.


(Fonte: ricardo5150)

O termo tem origem do francês “foo”, gíria para fogo e do inglês “fighter” se referindo aos caças. O significado é: Caças de Fogo. Alguns militares também usavam o termo “Krauts fireballs” – bolas de fogo dos “Krauts”, em referência aos alemães.
O Foo Fighter foi um fenômeno no qual uma ou diversas esferas luminosas de cor alaranjada eram observadas perseguindo ou acompanhando aviões militares. Muitos pilotos Aliados chegaram a crer que era uma espécie de arma psicológica dos alemães, usadas para atordoar e atrapalhar os pilotos. Porém, para surpresa geral, após o término da guerra, veio à tona que os Foo Fighters também seguiam os aviões alemães.


(Fonte: misteriosdomundo)

(Fonte: segundaguerra)

Em 1944 foi montada, pela Luftwaffe, a “Base Especial nº 13″ (Sonderbüro Nr. 13), um projeto secreto de investigações, que se camuflava sobre o nome de “Operação Uranus”, e tinha o objetivo de recolher, avaliar e estudar os relatórios de observações dos pilotos sobre estranhos objetos voadores que apareciam perto dos aviões alemães.
Acredita-se que os alemães começaram a ver os estranhos objetos desde 1943, onde os relatórios começaram a chegar ao Estado Maior Superior do Exército do Ar da Alemanha. A criação deste projeto de pesquisa secreto pelo alto comando militar alemão prova que os Foo fighters eram um mistério a ser desvendado também para os nazistas.

Os objetos

(Fonte: segundaguerra)



Os Foo Fighters surgiam inesperadamente, geralmente em grupos, e passavam a seguir os aviões. Ao se aproximarem, os radares de bordo apresentavam pane.
Na noite de 23 de Novembro de 1944, pilotos da 415ª Esquadra de Caças Noturnos dos Estados Unidos, baseada no território francês de Dijon, foram perseguidos por Foo Fighters. Tal esquadra realizava missões de combate e reconhecimento sobre a zona do Reno, ao norte de Strasbourg, e a sua tripulação era composta pelo piloto tenente Ed Schlueter, pelo operador de rádio Donald J. Meirs e pelo tenente Fred Ringwald, oficial da inteligência militar que viajava como observador. O tenente Ringwald ficou perplexo ao se dar conta de que algumas “estrelas” distantes tinham se aproximado se transformado em esferas luminosas alaranjadas. Cerca de oito ou dez objetos pequenos que se movimentavam em altíssimas velocidades e mantinham-se próximas ao avião. Tanto o radar de bordo quanto o em terra não detectaram nenhum objeto.  Subitamente, tais esferas luminosas desapareceram e, logo em seguida, reapareceram muito longe. Poucos minutos depois, desapareceram definitivamente.


(Fonte: eduexplica2gm)

No dia 27 de Novembro de 1944, dois pilotos estadunidenses, Henry Giblin e Walter Cleary avistaram uma bola de luz laranja quando voavam nos arredores da cidade de Speyer, na Alemanha, às margens do rio Reno. O objeto voava a cerca de 400 Km/h e a cerca de 500 metros sobre o seu avião. Ambos decidiram perseguir o Foo Fighter e notificaram a estação de radar em terra sobre o fenômeno, que lhes respondeu não estar captando absolutamente nada. O radar de bordo passou a apresentar pane, convencendo os pilotos a abortar a missão e a regressar à base.


(Fonte: segundaguerra)

Em Setembro de 1944, em Antuérpia, na Bélgica, por volta da 21h00min, um soldado canadense avistou uma esfera luminosa no céu seguindo em direção á fronteira. Segundo ele, o objeto não parecia ter mais que um metro de diâmetro e parecia ser feito de vidro fumê. A esfera brilhava fortemente, emitindo uma luz que parecia emergir do interior do objeto. Nenhum som ou ruído foi ouvido. Poucos segundos depois, outras cinco, aparentemente iguais à primeira, também surgiram, fazendo a mesma rota.
Na próxima parte mostrarei relatos de aparição de Foo Fighters no Pacífico e relatos feitos pelos ingleses.

(Fonte: segundaguerra.net)

Foo Fighters – Parte II - Relatos e teorias



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Os produtos mais bizarros à venda na Internet – Parte I – Vagas no paraíso, detectores de ETs e velas de xixi

A Internet de fato é o lugar onde você pode encontrar de tudo, desde um simples celular, até partes de corpo humano. Fazendo uma pesquisa pelo web elaborei uma lista com produtos bastante inusitados que a gente pode comprar na net se estiver com uma graninha sobrando.

Uma vaga no céu


(Fonte: humorragia)


Site: reserveaspotinheaven.com

Preço: US$ 12,79 e 15,95

Agora você não precisa mais freqüentar uma igreja para garantir a sua vaga no céu pois a venda de lugares no paraíso ganhou uma versão digital. O site em questão oferece uma passagem de primeira classe para o paraíso. Além disso, você também ganha um guia  com informações  sobre o céu e um cartão de identificação que garante a sua entrada na terra prometida. Os preços variam de acordo com o pacote. Se optar pelo mais caro, o fiel terá acesso às áreas vips do paraíso, como a terra na qual jorra leite e mel.
Agora fico tentando entender como funciona isso na prática: eu ganho uma passagem de primeira classe e vou para o céu de avião? Faz sentido, afinal de contas, quando a gente viaja de avião a gente vai para o céu mesmo. Mas se tratando ‘do além’ a gente precisa morrer primeiro para ter acesso ao paraíso (teoricamente falando), logo você já garante sua entrada no paraíso com antecedência, vive sua vida tranqüilamente e morre pensando nas terras que jorram leite e mel. Parece tentador, não?


Detectores de objetos espaciais


(Fonte: yolasite)


Site: amazon.com

Preço: US$ 149,95

Se você está preocupado com possíveis ataques alienígenas, o mercado virtual disponibiliza para a sua segurança um detector de objetos espaciais que rastreia distúrbios eletromagnéticos emitidos pelos OVNIS. Se algum ET se aproximar, o UFO detector dará um alerta. O detalhe é que para o funcionamento dessa geringonça é necessário o uso de uma bateria de 9 volts que não está inclusa no preço do produto.
Uma vez com um detector desses, você pode sair por aí caçando ET. No mais tardar você pode ter a sorte de topar com o ET de Varginha ou outra celebridade espacial.


Vela de Urina

(Fonte: tn-m)


Site: hotwicks.com

Preço: US$ 5,95

O site hotwicks vende velas de vários aromas: café, cereja, uísque e... urina! O slogan do produto promete trazer para o lar “o fresco perfume dos banheiros públicos”. Mas, apesar da propaganda, o cheiro é de canela misturada com o aroma de uma pastilha de urina!
A pastilha foi encontrada pelo administrador do site hotwicks.com no banheiro de um hotel em Las Vegas. A vela queima entre 25 e 40 horas.
Sinceramente acho que vela com aroma de urina é só para quem tem algum tipo de fetiche por esse odor, ou gosta daquele aroma de boteco de quinta, onde a carniça do banheiro você sente de longe. Se é para ter odor de mijo é mais prático você mesmo aromatizar sua casa, se é que me entende...

Na próxima parte desse artigo darei continuidade à lista de coisas bizarras que você pode encontrar à venda pelos websites.

(fonte: mundoestranho)

                       Os produtos mais bizarros à venda na Internet – Parte II – Urina de lobo, escorpião com vodka, formigas tostadas e calcinhas usadas

http://opiniaomijiniana.blogspot.com.br/2011/09/os-produtos-mais-bizarros-venda-na_16.html


                      Os produtos mais bizarros à venda na Internet – Parte III – Cadáveres, banheiras motorizadas e urânio

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Arquivos Secretos – Parte II – Os documentos secretos franceses sobre UFOs

A França se tornou o primeiro país a abrir seus arquivos sobre UFOs em 2007, quando o Centro Nacional Francês de Estudos Espaciais revelou um website documentando mais de 1.600 avistamentos que abrangem um período de cinco décadas. Os arquivos on-line passaram a ser atualizados à medida que novos casos surgiam. Tais arquivos incluem catálogos que relatam casos minuciosamente detalhados  de OVNIs que vão desde aqueles facilmente descartáveis até aqueles que continuam a causar perplexidade, mesmo nos mais céticos dentre os cientistas. Também foram publicadas fotos de possíveis UFOs, relatos de testemunhas oculares, jornais de campo e documentos inter-governamentais sobre os avistamentos. Dentro de três horas após a postagem dos primeiros casos, o servidor web da agência espacial francesa caiu por causa da enchente de internautas que procuraram os primeiros vislumbres dos arquivos oficiais do governo sobre UFO.

(Fonte: listverse)


"É um primeiro mundo. Os dados que nós estamos liberando não demonstra a presença de seres extraterrestres, mas também não demonstra a impossibilidade da presença de tal", disse Jacques Patenet, um engenheiro aeronáutico que lidera o “Grupo para o Estudo de Fenômenos Aeroespaciais Não-Identificados”.
Mais conhecidos como OVNIs, os UFOs sempre geraram intenso interesse junto às teorias de conspiração sobre inúmeros segredos governamentais acerca dos possíveis contatos com seres de outros planetas e do acobertamento militar da existência de tais seres, devido ao alarme que poderia causar à população diante de assunto tão delicado.

(Fonte: giddybloom)


"Casos como o de uma senhora que relatou ter visto um objeto que parecia um rôlo de papel higiênico voando claramente não vale a pena investigar”, disse Patenet, mas muitos outros avistamentos envolvendo múltiplas testemunhas - e pelo menos um caso envolvendo milhares de pessoas em toda a França - e as provas, tais como marcas de queimaduras e rastreamentos de radares mostrando padrões de vôo ou acelerações que desafiam as leis da física são levados muito a sério.
Uma falange de guardas de segurança formaram uma barreira na frente da sede da agência espacial (CNES), onde o anúncio do website foi feito. “Dos 1.600 casos registrados desde 1954, quase 25% são classificados como "tipo D", o que significa que apesar dos dados bons ou muito bons e testemunhas credíveis, somos confrontados com algo que não podemos explicar", disse Patenet.

(Fonte: hyper)


Em 08 de janeiro de 1981, nos arredores da cidade de Trans-en-Provence, no sul da França, por exemplo, um homem que trabalha em um campo relatou ter ouvido um som estranho de assobio e avistou logo em seguida um objeto voador em forma de pires com cerca de 2,5 metros (oito pés) de diâmetro sobrevoando o campo a cerca de 50 metros de distância. Quando o disco decolou o homem contou à polícia que, quase imediatamente, a proximidade com o objeto lhe deixou marcas de queimaduras. Os investigadores tiraram fotos e, em seguida, as amostras coletadas foram analisadas, porém até hoje nenhuma explicação satisfatória foi feita.

(Fonte: colinandrews)


Um dos casos mais interessantes incluídos nos arquivos aconteceu em 29 de agosto de 1967. Um menino de 13 anos e sua irmã de 9 anos de idade foram tomar conta de vacas de sua família perto da aldeia de Cussac quando o menino viu "quatro pequenos seres pretos" com cerca de 47 centímetros de altura. Pensando que eram outros jovens, ele gritou para a irmã, "Oh, existem crianças negras!" Mas enquanto eles observavam, os quatro seres começaram a se agitar e subiram para o ar, entrando no topo do que parecia ser uma nave espacial redonda, sobre 15 pés de diâmetro, que pairava sobre o campo. No momento em que o OVNI começou a subir, um dos passageiros surgiu a partir do topo e voltou ao chão para agarrar alguma coisa, então voou de volta para a esfera. A esfera "foi se tornando cada vez mais brilhante" antes de desaparecer com um som assobiado e deixou "um forte odor de enxofre após a partida". As crianças correram para casa em lágrimas e seu pai chamou a polícia local que “observou o odor de enxofre e a grama seca no lugar onde as crianças relataram que a esfera decolou".

(Fonte: dw-world)


Em outro caso curioso, aproximadamente 1.000 testemunhas disseram ter visto luzes piscando no céu em 05 de novembro de 1990, só que desta vez tinham simplesmente visto um fragmento de foguete caindo de volta à atmosfera terrestre.
As respostas de Patenet às perguntas sobre a evidência da vida fora da Terra inflamavam ainda mais as suspeitas daqueles que estavam convencidos de que o governo estava segurando algo: "Nós não temos a menor prova de que extraterrestres estejam por trás dos fenômenos inexplicáveis". Mas então acrescentou: "Também não temos a menor prova de que eles não estejam."
Rascunho sobre descrição de OVNI (Fonte: mirror.co)

(Fonte: spacescan)


Nos campos do CNES surgem entre 50 e 100 relatórios de OVNIs todo ano, geralmente escritos pela polícia. “Destes, 10% são objetos de investigações ‘in loco’”, disse Patenet. Outros países coletam dados mais ou menos sistemáticos sobre objetos voadores não identificados, notadamente na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, onde a informação pode ser requisitada, dependendo do caso e de acordo com a “Lei de Liberdade de Informação”. "Mas decidimos seguir por outro caminho e tornar disponível ao público todas as informações sobre este tema”, afirma Patenet. O objetivo era tornar mais fácil para os cientistas e outros usuários da informação o acesso a dados de pesquisa sobre UFOs.
O site em si - que já caiu diversas vezes devido ao grande número de acessos, o que torna o tráfego pesado - é extremamente bem organizado e completo, mesmo incluindo cópias digitalizadas de relatórios policiais.

OVNI deixando rastros de luz (Fonte: msnbc)


O governo francês foi o primeiro a lançar este tipo de informação ao público. Posteriormente, em 2008, a Grã-Bretanha também liberou seus arquivos para consulta do público em geral. Você pode ir no site francês aqui e no site do Reino Unido podem ser encontrados aqui.



            Arquivos Secretos – Parte I – O estudo dos gêmeos idênticos separados


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