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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

EVP – Vozes de outro plano

(Fonte: transcomunicacao)

Durante 20 anos, Konstantine Raudive gravou 72 mil vozes em fitas magnéticas. Não, ele não trabalhava num estúdio ou numa produtora de áudio. Dizem que os sons registrados por esse psicólogo e filósofo letão vinham do além. Ele era especialista em EVP (abreviatura em inglês de "fenômeno da voz eletrônica"), uma das principais manifestações da transcomunicação instrumental - o contato entre mortos e vivos por meio de objetos inanimados. Raudive gostava tanto da sua coleção de frases e recados de espíritos que, até hoje, continua ajudando os estudiosos do assunto. O macabro dessa história é que ele morreu em 1987. A americana Sarah Estep, autora do livro Voices of Eternity ("Vozes da Eternidade", inédito no Brasil), afirma que volta e meia Raudive aparece nas ondas do rádio de algum colega ainda em atividade na Terra, enviando mensagens em prol da divulgação do fenômeno.


Konstantine Raudive (Fonte: sobrenatural)

Febre na década de 70, o EVP voltou recentemente das trevas graças ao filme Vozes do Além (de Geoffrey Sax, 2005). Ele conta a história de um arquiteto (vivido por Michael Keaton) que começa a receber declarações de sua finada esposa em gravações caseiras. No início ele é cético quanto à autenticidade das vozes, mas, aos poucos, fica obcecado com a idéia de conversar com a amada que partiu.

(Fonte: sobrenatural)


Nos anos 20, o americano Thomas Edison - o mesmo que inventou a lâmpada elétrica - previu que, um dia, o homem seria capaz de construir uma máquina para falar com os mortos. Ele nem chegou perto de patentear tal equipamento, mas despertou o interesse de cientistas e religiosos, principalmente aqueles ligados ao espiritismo. Nas décadas de 30 a 50, ganhou força a tese de que os espíritos poderiam enviar mensagens por meio de rádios, vitrolas e outros equipamentos eletrônicos.

Agostino Ernetti (Fonte: sobrenatural)


Em 1952, o frade franciscano Agostino Ernetti e o monge beneditino Pellegrino Gemelli copiavam cantos gregorianos num gravador de rolo. De repente, a fita arrebentou. Gemelli olhou para o céu e, em tom de brincadeira, pediu ajuda a seu pai. Mais tarde, no meio das músicas, escutaram a voz do pai de Gemelli dizendo: "Certo, vou ajudá-lo. Estou sempre com você". Chocados, eles repetiram o experimento, e a mesma voz disse: "Zucchini, é claro, você não sabe que sou eu?". Zucchini era o apelido de criança de Gemelli e ninguém, além dele próprio e do pai, sabia. Os dois contaram a história ao papa Pio XII, mas o caso só veio à tona em 1994, pouco antes de Ernetti morrer.

Friedrich Jürgenson (Fonte: sobrenatural)


O acaso também pegou o produtor ucraniano Friedrich Jürgenson. Em 1959, ele gravava sons de pássaros para um filme, quando captou o que acreditou ser a voz de sua falecida mãe: "Friedrich, você está sendo observado. Friedel, meu pequeno Friedel, você pode me ouvir?". Impressionado, nos quatro anos seguintes, Jürgenson se aprofundou no estudo do EVP e registrou centenas deles, tornando-se um dos pioneiros da área.
O que pensam os céticos disso tudo? "Hoje, parapsicólogos sérios não se interessam por EVP, e a literatura moderna da parapsicologia não mostra qualquer evidência de paranormalidade nessas gravações", escreve o psicólogo americano James Alcock, integrante do Comitê de Investigação Científica das Alegações de Paranormalidade. As pretensas vozes seriam resultado da interferência de emissoras de rádio ou modulações cruzadas, quando os aparelhos eletrônicos captam acidentalmente transmissões em outras freqüências. O EVP também surgiria de ataques de pareidolia e apofenia, mecanismos perceptivos que levam as pessoas a ver imagens e ouvir sons que não existem. Os cientistas batem pesado no fato de que as gravações mostram geralmente frases isoladas, como "alô?", "você está aí?" ou "não estamos sozinhos". É só isso que os mortos têm para nos revelar?

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

The Buzzer – A rádio fantasma

Em meados de 1982 foram captados pela primeira vez sinais de uma misteriosa estação de rádio que não transmitia música, nem nada relativo a uma programação normal de rádio. Ela enviava apenas alguns sinais de ondas curtas, que só podiam ser captados por rádios que recebem esse tipo de sinal.

(Fonte: fogacajunior)


Este mesmo sinal de onda curta geralmente é transmitido na freqüência de 4.625kHz (AM suprimida abaixo de uma faixa lateral de uma banda de freqüências) e é chamado de UVB-76 (Também, por vezes, é referido como UZB-76, ou MDZhB). Esta rádio recebeu o apelido de The Buzzer (“a cigarra”, em tradução livre) pelos ouvintes pois transmitia  um som vibrante que durava de 8 décimos de segundo até 3 segundos, repetia-se entre 21 e 34 vezes por minuto, durante todas as horas do dia. Até novembro de 2010, os tons de burburinho duraram aproximadamente 0,8 segundos, cada. No último minuto o barulho pausado se tornava contínuo, ficando no ar até que o relógio marcasse uma nova hora. Para completar todos os dias, das sete horas da manhã até as dez para oito, a transmissão ficava mais fraca, o que normalmente costuma acontecer com rádios normais, durante a madrugada, para diminuir o consumo e para possíveis manutenções. Os sons emitidos pela Buzzer mudaram ao longo dos anos, porém não existe nenhum sentido nesses barulhos, do mesmo modo dos outros.

Espectro do UVB-76 (Fonte: en.wikipedia)

Foto de satélite do transmissor da UVB-76 em Povarovo, Rússia (Fonte:pt.wikipedia)


Em raras ocasiões, o sinal de alarme é interrompido e vozes surgem ao fundo, como se a transmissão fosse feita através de um microfone aberto, que capta acidentalmente (ou não) pessoas falando por perto. Desde a descoberta da rádio, poucas vezes foram captadas vozes falando, mas elas eram sempre abafadas. Em uma transmissão recebida no dia 03 de novembro de 2001 pôde-se ouvir isso: “Eu sou o 143. Eu não recebi o oscilador. Esse material vem da sala de hardware”. Apesar de muita especulação, o verdadeiro objetivo desta estação permanece desconhecido para o público.

Estação encontrada em Povarovo (Fonte: caixadepandora)


Freqüentemente, as conversas distantes e outros ruídos de fundo podem ser ouvidos por trás da campainha, sugerindo que os tons de zumbido venham de um dispositivo colocado atrás de um microfone ao vivo e constantemente aberto (em vez de uma gravação ou sons automatizados sendo alimentados através de equipamentos de reprodução) ou que um microfone possa ter sido ligado acidentalmente.
Mensagens de voz de UVB-76 eram muito raras até que uma onda súbita de atividade surgiu no segundo semestre de 2010. Elas normalmente são dadas em russo por uma voz ao vivo e repetida. Pelo menos sete das tais mensagens foram ouvidas em mais de vinte anos de observações não-contínuas. Alguns exemplos de mensagens incluem:
·                    Ya UVB-76, Ya UVB-76. 180 08 BROMAL 74 27 99 14. Boris, Roman, Olga, Mikhail, Anna, Larisa. 7 4 2 7 9 9 1 4."
·                     Em 1335 UTC de 23 de agosto de 2010: "UVB-76, UVB-76 93 882 74 14 35 NAIMINA 74." ( Gravação da transmissãos de 23 de agosto de 2010  )
Oficial investigando a estação encontrada em Povarovo (Fonte: caixadepandora)


Outras coisas que foram ouvidas incluem músicas e discussões, sugerindo que as transmissões de UVB-76 eram feitas em frente a um microfone aberto.
Além da UVB-76 existem outras duas rádios semelhantes, chamadas de E11 e E25. As três são investigadas há muito tempo, porém ninguém jamais conseguiu localizá-las ou mesmo entender o que elas pretendem com essas transmissões, até mesmo o governo russo declarou que não sabe nada sobre elas.

Muitas teorias dizem que elas podem ser remanescentes da guerra fria e servem para monitorar acontecimentos em diversas partes do planeta. Essa teoria foi baseada após algumas coordenadas serem ouvidas no meio dessas transmissões e apontarem diversos lugares do mundo, sendo um deles uma base em Povarovo (Rússia), localizado nas seguintes coordenadas: 56°5′0″N 37°6′37″E  /  56.083333°N 37.11028°E  / 56.083333; 37.11028 . A região se encontrava a meio caminho de Zelenograd e Solnechnogorsk e 40 km (25 milhas) a noroeste de Moscou, perto da aldeia de Lozhki. Sabendo disso o governo russo mandou pessoas para investigar o local e o resultado foi frustrante, pois o lugar parecia estar abandonado há anos, porém existiam algumas partes trancadas de tal maneira que não puderam ser acessadas. Por esse motivo os segredos que essas salas guardam ainda são um mistério.
(Fonte: caixadepandora)



(Fonte: caixadepandora)



(Fonte: caixadepandora)


(Fonte: caixadepandora)



(Fonte: caixadepandora)



(Fonte: caixadepandora)


(Fonte: caixadepandora)
O objetivo da UVB-76, portanto, ainda não foi confirmado por funcionários do governo e nem oficiais de transmissão. No entanto, o ex-ministro das Comunicações e Informáticas da República da Lituânia escreveu que o propósito das mensagens de voz seria o de confirmar que os operadores de estações de recepção estão em alerta.

(Fonte: caixadepandora)


(Fonte: caixadepandora)

(Fonte: caixadepandora)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A Visão Animal dos Espíritos

Certa vez fiquei acordado até o princípio da madrugada lendo alguns artigos na Internet. Tinha um papagaio que dormia num poleiro que ficava no alto de uma das paredes da copa. Quando fui me deitar, depois de alguns minutos, ouço o bater de asas do bicho e logo imaginei que ele tivesse pulado lá de cima, sem entender a razão. Ao chegar na copa encontro o meu papagaio bastante assustado, como se tivesse visto algum estranho ou alguma outra coisa ameaçadora, mas na verdade não havia nada, pelo menos nada visível para mim. Coloquei-o de volta no poleiro e ele ficou lá com o pescoço esticado olhando amedrontado fixamente em uma direção, sendo que, nessa direção não havia nada, só alguma mobília da casa. O que é mais intrigante é que este tipo de situação é bastante comum entre animais domésticos. Quem já não presenciou um cachorro que fica latindo em direção a uma parede, como se estivesse querendo espantar algo, ou um gato que observa fixamente o nada? Geralmente que tem bichos de estimação já viu algo parecido, mas afinal de contas, o que esses animais vêem que não vemos?


(Fonte: new.taringa)

Para a parapsicologia os animais podem possuir habilidades paranormais, de acordo com testes parapsicológicos já realizados em laboratório. Logo, se você já teve visões, sensações fora do corpo ou coisas do tipo, seus animais de estimação também podem ter. Segundo o neurologista Kevin Nelson, especialista em análises dos processos de sensação espiritual nos animais, é razoável imaginar que os animais também sejam capazes de ter experiências espirituais, pois tais experiências têm origem nas áreas mais primitivas do cérebro humano, logo animais com estruturas cerebrais semelhantes poderiam compartilhar das mesmas experiências. Ele ainda afirma que animais como primatas, cavalos, gatos e cachorros possuem tal semelhança com nossa estrutura cerebral primitiva.


Aos gatos eram atribuídas diversas habilidades espirituais (Fonte: professorajesmary)

Vez ou outra vemos num noticiário uma manchete sobre um bicho de estimação que prevê algum desastre iminente como um terremoto, salvando posteriormente o dono de tal evento. Essa ‘intuição’ é muito comum, principalmente em gatos. Estes, particularmente, possuem bastantes associações ao espiritismo como, por exemplo, a habilidade de vislumbrar outros mundos. No antigo Egito, além dessa característica, acreditava-se que os gatos eram capazes de enxergar espíritos e deuses, entre outras entidades, e era capaz de viajar pelo mundo dos mortos. Em virtude disso, era comum um gato ser sacrificado após o falecimento de um sacerdote, um nobre ou um faraó, pois para o espírito do falecido era mais simples encontrar o caminho do além seguindo o espírito do gato que servia como guia espiritual. Já para as bruxas, os gatos serviam para detectar a presença de espíritos num determinado local. Se o gato passar se comportar de maneira estranha, assustado sem razão, observando algo que você não pode ver, significa que ali há uma presença espiritual.


As bruxas também acreditam que os gatos vêem espíritos (Fonte: bruxaria)

Do ponto de vista bíblico existem pouquíssimos relatos a respeito do assunto. Há dois momentos claros onde animais interagem com espíritos: a passagem sobre a jumenta de Balaão, no livro de Números, e a passagem da manada de porcos endemoniados do livro de Mateus. Vamos verificar:


A jumenta de Balaão (Fonte: ebdweb)


Números 22

21 Então levantou-se Balaão pela manhã, albardou a sua jumenta, e partiu com os príncipes de Moabe.
22 A ira de Deus se acendeu, porque ele ia, e o anjo do Senhor pôs-se-lhe no caminho por adversário. Ora, ele ia montado na sua jumenta, tendo consigo os seus dois servos.
23 A jumenta viu o anjo do Senhor parado no caminho, com a sua espada desembainhada na mão e, desviando-se do caminho, meteu-se pelo campo; pelo que Balaão espancou a jumenta para fazê-la tornar ao caminho.
24 Mas o anjo do Senhor pôs-se numa vereda entre as vinhas, havendo uma sebe de um e de outro lado.
25 Vendo, pois, a jumenta o anjo do Senhor, coseu-se com a sebe, e apertou contra a sebe o pé de Balaão; pelo que ele tornou a espancá-la.
26 Então o anjo do Senhor passou mais adiante, e pôs-se num lugar estreito, onde não havia caminho para se desviar nem para a direita nem para a esquerda.
27 E, vendo a jumenta o anjo do Senhor, deitou-se debaixo de Balaão; e a ira de Balaão se acendeu, e ele espancou a jumenta com o bordão.
28 Nisso abriu o Senhor a boca da jumenta, a qual perguntou a Balaão: Que te fiz eu, para que me espancasses estas três vezes?
29 Respondeu Balaão à jumenta: Porque zombaste de mim; oxalá tivesse eu uma espada na mão, pois agora te mataria.
30 Tornou a jumenta a Balaão: Porventura não sou a tua jumenta, em que cavalgaste toda a tua vida até hoje? Porventura tem sido o meu costume fazer assim para contigo? E ele respondeu: Não.
31 Então o Senhor abriu os olhos a Balaão, e ele viu o anjo do Senhor parado no caminho, e a sua espada desembainhada na mão; pelo que inclinou a cabeça, e prostrou-se com o rosto em terra.
32 Disse-lhe o anjo do senhor: Por que já três vezes espancaste a tua jumenta? Eis que eu te saí como adversário, porquanto o teu caminho é perverso diante de mim;
33 a jumenta, porém, me viu, e já três vezes se desviou de diante de mim; se ela não se tivesse desviado de mim, na verdade que eu te haveria matado, deixando a ela com vida.
34 Respondeu Balaão ao anjo do Senhor: pequei, porque não sabia que estavas parado no caminho para te opores a mim; e agora, se parece mal aos teus olhos, voltarei.
35 Tornou o anjo do Senhor a Balaão: Vai com os mem, ou uma somente a palavra que eu te disser é que falarás. Assim Balaão seguiu com os príncipes de Balaque


Nessa passagem podemos perceber que a jumenta de Balaão, desde o princípio, tinha notado a presença do anjo de Deus no caminho, já Balaão não conseguiu enxergá-lo em nenhuma das 3 aparições e foi necessário que Deus fizesse a jumenta falar para que Balaão entendesse que aquele não era o caminho a ser seguido. Mesmo assim ele ignorou o apelo da jumenta e Deus finalmente fez com que o anjo se apresentasse diante dos olhos de Balaão que já havia espancado o animal por diversas vezes por não compreender porque ele sempre desviava o caminho.


Porcos endemoniados se suicidando (Fonte: ecclesia)

Mateus 28

28 Tendo ele chegado à outra margem, à terra dos gadarenos, vieram-lhe ao encontro dois endemoninhados, saindo dentre os sepulcros, e a tal ponto furiosos, que ninguém podia passar por aquele caminho.

29 E eis que gritaram: Que temos nós contigo, ó Filho de Deus! Vieste aqui atormentar-nos antes de tempo?

30 Ora, andava pastando, não longe deles, uma grande manada de porcos.

31 Então, os demônios lhe rogavam: Se nos expeles, manda-nos para a manada de porcos.

32 Pois ide, ordenou-lhes Jesus. E eles, saindo, passaram para os porcos; e eis que toda a manada se precipitou, despenhadeiro abaixo, para dentro do mar, e nas águas pereceram.

33 Fugiram os porqueiros e, chegando à cidade, contaram todas estas coisas e o que acontecera aos endemoninhados.

34 Então, a cidade toda saiu para encontrar-se com Jesus; e, vendo-o, lhe rogaram que se retirasse da terra deles.

Aqui temos o relato da passagem de Jesus Cristo pela cidade de Gadara e o seu encontro com dois homens endemoniados. Ao expulsar os demônios, estes se apossaram de uma manada de porcos que havia nas proximidades e levam todos eles ao suicídio. Mas é bom notar que os demônios pediram antes autorização para poderem se apossar do corpo dos porcos, pois não poderiam fazer isso por vontade própria.

Pelas duas passagens podemos concluir que, biblicamente falando, é possível a interação entre animais e espíritos e que os animais são capazes de enxergar coisas que não enxergamos, apesar da bíblia não colocar o assunto nesses termos. No segundo caso ainda poderíamos dizer que um espírito só poderia interagir com um animal, mediante autorização divina (da mesma forma que um espírito não seria capaz de ser visto por uma pessoa comum, mas apenas por aquelas que carregam consigo alguma habilidade mediúnica). Mas se levássemos esse fator a sério poderíamos então perguntar, porque Deus autorizaria a manifestação de um espírito para um animal? No caso da jumenta de Balaão há uma justificativa clara que é mudar a rota pela qual ele seguia com sua jumenta em tal ocasião. E no contexto de quem tem seu bicho de estimação e ele fica lá se assustado com algo que não vemos, qual seria o propósito então? Não podemos negar a existência de tais entidades, até porque estaríamos também negando relatos do mesmo nas mais diversas culturas, desde os povos mais antigos até as gerações mais avançadas. Entretanto não podemos tomar nada como verdade absoluta, o que é para uns, pode não ser para outros, ou pode simplesmente significar algo diferente, mas do meu ponto de vista os espíritos estão sim, por aí de alguma forma tentando manter comunicação seja com pessoas, seja com animais.


(Fonte: cachorrosespeciais)


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